Ativos em Destaque
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TIP - ETF de Inflação nos EUA

O ETF (*) nomeado TIP (Treasury Inflation Protected Securities Fund) é um fundo negociado em bolsa nos EUA. O objetivo do fundo é seguir o índice Barclays Capital US Treasury Inflation Notes – índice de inflação nos EUA. (*: Exchange Traded Fund ver http://br.ishares.com/get_started/index.htm para definição).

"Linha 1″ estrutura a alta – "Linha 2″ é réplica de "Linha 1″ e atua como resistência ao movimento. "Linha 2″ foi rompida à data de 06 de Outubro – tal evento é considerado favorável à alta e mostra força no ganho de preços. Em mercados dinâmicos, voláteis e/ou com tendências expressivas para uma das direções, pode ser necessário adequar a estrutura ao movimento de preços que ocorre. É o caso do TIP: uma nova estrutura se configurou, nomeada "Linha 3″ – ela mantém a alta porém a uma taxa de ganhos de preços mais elevada que "Linha 1″ (basta avaliar o coeficiente angular de cada uma das retas). "Linha 4″ é réplica de "Linha 3″ e deve atuar como resistência ao movimento estruturado por "Linha 3″.

Conclusão:

- Há duas tendências de alta em vigor: a estruturada por "Linha 1″ e por "Linha 3″ – é possível que duas tendências na mesma direção estejam em vigor, simultaneamente. Volume e OBV confirmam a alta.

- Objetivo inicial para o ativo: 113,03 (uma das expansões de Fibonacci).

- Possível quebra de "Linha 3″ não desestrutura "Linha 1″.

  • 13/02/2012 Agenda econômica e eventos seguintes
    A agenda de indicadores econômicos desta semana está dividida entre dados positivos nos EUA e negativos especialmente na Europa. Os principais indicadores e eventos serão: • Grécia e suas negociações. • Leilões de títulos europeus (riscos de yields maiores). • PIB da Zona do Euro, projeções do dado trimestral do quarto trimestre de 2011: de 0,1% para -0,4%. • Agenda extremamente positiva nos EUA. O maior risco para o mercado será a TROIKA (FMI, Comissão europeia e BCE) vetar novamente o segundo pacote de resgate grego.
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  • 11/01/2012 Inflação e Política Monetária na China
    Esta noite será divulgada a inflação na China. Um dado menor que 4,2% aumentará a expectativa de novos estímulos monetários por parte do PBOC, por outro lado, uma inflação maior que a passada poderá mostrar que as previsões estão erradas.
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  • 14/12/2011 FOMC Statement: Side-by-side (13 dez./2 nov.)
    As grandes mudanças observadas no statement de 13 de dezembro comparado ao de 2 de novembro foram: • 1° 13/dez: “the economy has been expanding moderately” 02/nov: “economic growth strengthened somewhat” • 2° 13/dez: “Strains in global financial markets continue to pose significant downside risks to the economic outlook.” 02/nov: “Moreover, there are significant downside risks to the economic outlook, including strains in global financial markets.” Estas afirmações do Fed transmitem à ideia que ainda não foi descartado a necessidade de novas compras de ativos no FOMC. Esta pode acontecer a partir da necessidade econômica – leia-se alto nível de desemprego - nos próximos meses.
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  • 12/12/2011 FED desconhece destino de $586 bilhões
    O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos, que não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos. Ele não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições americanas. Também desde o anúncio da parceria entre o FED, BCE e outros 4 bancos centrais, a linha de swaps cambiais de 3 meses do BCE aumentou de 400 milhões para 50,7 bilhões de dólares, em 12 dias. Este foi o período de recuperação da bolsa (ES1), portanto, pode ser nestes momentos que o FED age “indiretamente” no mercado vendendo dólar e mantendo os níveis dos índices das bolsas.
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  • 11/11/2011 Inflação Core americana crescente
    A inflação núcleo (Core) americana - excluí energia e alimentos - continua puxando nos EUA. A expectativa é que a inflação puxe de 2,0%a.a. para 2,1%a.a. enquanto o indicador cheio caia de 3,9%a.a. para 3,6%a.a. Não só nos EUA como na Inglaterra e China isto também está ocorrendo o que mostra uma pressão vendedora sobre os preços das commodities.
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  • 17/10/2011 Pesquisa Macro: EUA
    As diferentes formas de composição do PIB norte-americano.
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  • 20/09/2011 As opções de ação do Fed
    Segundo uma pesquisa levantada pela Bloomberg 71% dos 42 economistas entrevistados espera que o Fed nesta quarta-feira anuncie a chamada “Operation Twist” (Operação de troca). Ela consiste em trocas de títulos do governo com maturidade curta para títulos de maturidade maiores, que garantirão juros de longo prazo baixos por mais tempo. As outras opções que o Fed tem para combater o alto desemprego e estimular a economia são: 1) A mudança da linguagem em seus statements, como por exemplo, dizer a que nível de desemprego/inflação os juros voltarão a subir; 2) diminuir a remuneração atual de 0,25% aos bancos por deixarem seu dinheiro parado no Fed, estimulando maior volume de empréstimos; 3) e/ou, fazer nada no momento e através da linguagem estender a expectativa de que o Fed tomará uma ação no futuro, segurando o mercado. A hipótese de uma nova rodada de compras diretas de treasuries (QE3) - que de fato aumentaria o balanço do Fed, já que as anteriores não produzirão este efeito - não foi considerada já que as anteriores não tiveram muito efeito sobre a economia.
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  • 07/09/2011 Novos planos de Barack Obama
    Obama deve pressionar o Congresso nesta quinta-feira por mais cortes dos impostos de famílias de classe média dos EUA e anunciar um programa de infraestrutura, ambos devem aumentar a demanda da economia. Também exaltou sua vontade de prorrogar um benefício fiscal sobre os salários dos trabalhadores, que reduziu a alíquota da tarifa de Seguridade Social de 6,2% para 4,2%, mas que vence no final deste ano. Com estas medidas, busca-se como objetivo o aumento do consumo privado (70% do PIB americano) e a criação de novos empregos, logo o crescimento econômico. A Bloomberg News informou que o plano injetará cerca de US$ 300 bilhões na economia no ano que vem. Estas medidas irão dificultar o trabalho do Super Comitê criado em agosto para fazer o “equilíbrio orçamentário” – a cada aumento de um nos gastos tem que haver o corte de um no orçamento. O Comitê tem que apresentar até o final de novembro um plano de cortes fiscais de $1200bn para reduzir o déficit americano para conseguir um novo aumento do teto da dívida.
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  • 30/08/2011 Jackson Hole – O FED na política
    Jackson Hole é um vale nos Estados Unidos da América onde o Federal Bank of Kansas City realiza seus simpósios anuais de politica econômica, convidando mais de 100 bancos centrais, gestores de politica econômica, acadêmicos e economistas ao redor do mundo. Ficou mais conhecido como o lugar onde Bem Bernanke anunciou, na sua palestra de 2010, o Programa de ‘Quantitative Easing 2’ – afrouxamento monetário - do FED.
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  • 30/08/2011 Minuta do FOMC de 9 de agosto
    Ben Bernanke, presidente do FED, deverá enfrentar dificuldades com os seus colegas caso queira um novo afrouxamento da política monetária. A minuta mostra a falta de tempo para discussões e a abrangência das diferentes opiniões entre os 10 membros do Comitê do Federal Reserve(FED). Alguns membros optam por: - uma compra de novos ativos; - em aumentar a média da maturidade dos treasuries sem mudar o balanço, vendendo os de vencimento mais curtos e comprando mais longos; - nada deve ser feito pelos riscos de gerar inflação sem resultados significativos na criação de emprego e produção. Ao pedir um dia extra de reunião do Comitê em Setembro (20 e 21) para avaliar melhor os custos e benefícios de novas medidas, o FOMC deixou a expectativa de que outras medidas ainda podem estar sendo discutidas para o uso futuro caso o cenário da economia americana continue a piorar, isto é, dentro de um contexto de pleno emprego e estabilidade dos preços.
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  • 02/08/2011 Crescimento americano e novas medidas
    A taxa de poupança voltou a crescer nos EUA 5,4%a.a (nível mais alto desde Setembro de 2010) à medida que o gasto pessoal, que corresponde a 70% da economia americana, decresceu pela primeira vez em quase dois anos, -0,1%a.a em junho. Isto devido ao medo da população quanto ao futuro de seu emprego e as altas recentes no preço dos bens de consumo comum. A economia americana tem sofrido durante todo o primeiro semestre, agora com o governo efetivando um plano de redução de gastos no orçamento a responsabilidade deve se voltar toda para o Fed... Novas medidas são esperadas.
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  • 02/08/2011 Acordo aprovado no senado evita o calote americano
    O Senado americano aprovou a elevação do teto da dívida e as medidas para redução do déficit orçamentário nos próximos 10 anos. Foram 74 votos a favor e 26 contra. Em primeira instância, o teto será elevado em US$900 bilhões e os cortes anunciados serão de US$917 bilhões. Estas medidas devem evitar o calote (default) americano nos próximos meses e diminuir os riscos de um downgrade no rating da dívida dos EUA. Agora o foco do governo deve-se voltar ao amparo da economia que cresceu menos de 1%a.a. no primeiro semestre de 2011.
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  • 01/08/2011 O acordo para elevação do teto da dívida dos EUA
    Acordo: Republicanos e Democratas esboçaram um acordo para redução do déficit americano por meio de cortes das despesas federais em pelo menos US$2,1 trilhões nos próximos 10 anos e um aumento do teto da dívida do governo federal de US$2,4 trilhões em três etapas. Condições: O aumento do teto da dívida sempre ocorrerá se aprovado o corte dos gastos público com despesas domésticas. Na primeira e segunda etapa tem-se que o plano de redução já está aprovado (em andamento) pela Câmera, Senado e assinado pelo Presidente dos EUA. Já na terceira etapa, haverá uma reunião do Comitê bipartidário para aprovação de novos cortes. • O tamanho do corte aprovado será equivalente à elevação no teto da dívida que será então permitida. Se o corte aprovado for menor que US$ 1,2 trilhão, ou se o Congresso não chegar a um acordo, o teto da dívida será elevado em US$ 1,2 trilhão. • Em caso de falta de acordo pelo comitê, um corte de gastos de até US$ 1,2 trilhão deverá ser feito em todo o orçamento do país – 50% em gastos domésticos e 50% em gastos de defesa – a partir de 2013. Ficam de fora dos cortes programas sociais para as classes menos favorecidas, como seguro social, Medicaid (programa de saúde), seguro desemprego e benefícios aos veteranos de guerra. Etapas: (1°) Elevaria o teto da dívida imediatamente em US$ 400 bilhões. (2°) Após setembro, haveria uma nova alta de US$ 500 bilhões. (3°) Caso os cortes no orçamento (US$917 bilhões iniciais) previsto no plano sejam realizados, o teto da dívida será novamente elevado, entre US$ 1,2 trilhão e US$ 1,5 trilhão, dependendo igualmente dos cortes nos gastos aprovados, que será votado dia 23 de Dezembro por um Comitê bipartidário. As elevações devem cobrir as necessidades de empréstimo do Tesouro dos EUA até 2013. Este plano significa que o gasto doméstico irá cair para o nível mais baixo desde os anos 50, porem Barack Obama afirmou que não será um “empecilho” para a economia. Votação: Este plano deverá ser votado no final da tarde de hoje (21 de Agosto) na Câmera dos Deputados e no Senado, ainda há um empasse quanto os impostos e alguns cortes profundos dos gastos.
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  • 29/07/2011 PIB Real americano
    O PIB real dos EUA cresceu 1,3% anualizado no segundo trimestre deste ano. Com o consumo privado (70% da economia) crescendo apenas 0,1% no trimestre o resultado foi aquém do esperado pela média dos economistas procurados pela Bloomberg, 1,8%a.a. O fraco consumo privado, a alta recente do preço da gasolina e outros bens, a dificuldade de criar empregos e um plano para redução do déficit sendo discutido serão obstáculos duros para a economia voltar a crescer a taxas ótimas de 3%a.a.
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  • 28/07/2011 Votação do Teto da dívida americana
    Os 433 deputados dos EUA votaram hoje a favor do plano republicano de dois estágios para redução do déficit orçamentário e aumento do teto da dívida. Os republicanos votaram em peso no seu plano atingindo além dos 217 votos precisos para aprovação. Agora o plano segue para o Senado onde os democratas possuem a maioria, caso seja reprovado, a solução poderá sair somente no final do prazo assim como o mercado espera. Se democratas e republicanos não entrarem em acordo para aumentar o teto da dívida, o governo americano não conseguirá pagar cerca de 44% das suas obrigações do mês de Agosto, US$134 bilhões, o que poderia levar o mercado ao pânico.
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  • 17/05/2011 Mercado em tendência!
    Apesar dos dados ruins da economia dos EUA divulgados hoje – mercado de construção muito fraco e a variação da atividade de produção industrial em abril ter sido zero – os mercados continuam reagindo na tendência dos últimos dias. Qual? A compra de dólares e a venda de ativos de risco.... tudo em função do final do QE2... iniciada após o último FOMC.
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  • 16/05/2011 EUA: crescimento, desemprego e inflação
    Conforme nossas considerações abaixo, podemos observar que a economia americana continua a apresentar crescimento lento, baixa geração de empregos e demanda pouco aquecida. Uma recuperação nos preços dos ativos – Bolsas e Commodities – dependeria de um aquecimento mais forte, o que não é a expectativa dos agentes econômicos internacionais.
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  • 11/05/2011 Inflação alta na China
    Apesar dos dados de produção chinesa apontar uma desaceleração – reflexo das medidas macroeconômicas do país – a inflação na China veio um pouco mais forte que o mercado esperava o que aumenta a expectativa do Banco do Povo da China aumentar mais uma vez nos próximos dias os juros e/ou compulsórios. Continuação da realização das commodities é esperada.
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  • 28/04/2011 Efeitos do Fed após Comitê de 27/4/11
    Os primeiros efeitos da política de juros baixos do Fed mantida na reunião do FOMC de 27 de Abril, foi à continuidade da desvalorização do dólar diante das outras moedas internacionais. A queda do dólar provoca inflação nos países emergentes, via aumento dos preços das commodities. Os países emergentes que mais crescem – China, Índia e Brasil – deverão ter que endurecer o combate à inflação, contendo o crescimento econômico. A tendência das bolsas é negativa!
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  • 27/04/2011 FED, STATEMENT, BERNANKE e First Press Conference
    Após a divulgação do statement a bolsa americana disparou assim como o valor dos treasuries (yields pra baixo) com a expectativa de que a política de juros baixo do Fed ainda continue por um “extend period” que segundo Bernanke significa “algumas reuniões”. Hoje em sua primeira conferência trimestral Bernanke afirmou que o fim do QE2 não trará impactos significativos para o mercado e que o início do aperto monetário irá começar quando o Fed achar que a economia encontra-se num estágio de recuperação mais que moderado. Durante o discurso Bernanke também falou sobre o dólar, segundo ele, o dólar forte é de interesse global, mas só teremos um dólar forte com uma economia americana forte, logo pode se esperar um dólar ainda fraco no curto prazo até o fim deste “extend period”.
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  • 19/04/2011 Inflação Global
    A imagem evidencia uma clara pressão inflacionária há pouco mais de um ano ao redor do mundo. Ativos de proteção devem ser preferidos.
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  • 18/04/2011 Breve cenário Macro Americano
    As pesquisas levantadas pela Bloomberg indicam que o primeiro trimestre americano terá uma forte queda na taxa de crescimento do seu PIB real, abrandando de 3,1% para 1,8% na primeira revisão no dado trimestral anualizado. A expectativa da inflação continua crescente, hoje em 2,7% com pico esperado de 3,0% no meio do ano, enquanto os juros seguem em manutenção até 2012. Com isso, a expectativa do dólar segue de desvalorização, um reflexo da política do Fed de “retardar” o ciclo de alta dos juros enquanto outras economias já iniciaram e manter a política monetária frouxa.
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  • 08/04/2011 Inflação nos EUA:
    Hoje, 8 de Abril, a inflação anual média de 2011 projetada aumentou em 0,3%, de 2,3% para 2,6% ao ano. Resultado da alta na expectativa da inflação leva a uma fuga dos treasuries pelo fato dos juros reais estarem caindo.
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  • 08/04/2011 China, EUA e Japão em desaquecimento:
    A China no próximo dia 14 divulgará o PIB real do 1° trimestre de 2011. A expectativa do mercado é de queda de 9,8% para 9,4%a.a. Nos EUA e no Japão o PIB do primeiro trimestre deve cair de 3,3% para 3% e 1,25% para 0,65% respectivamente. Isto continua impactando negativamente nos mercados internacionais.
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  • 07/04/2011 ETF da Bolsa Alemã: EWG
    A evolução semanal do EWG (ETF do ativo DAX, principal índice de ações da bolsa alemã), apresenta tendência de alta, estruturada por Linha 1. O próximo target é US$ 30,00.
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