Ativos em Destaque
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Índice: S&P500 Futuro

O gráfico abaixo mostra a evolução diária do contrato futuro do S&P500 – índice de ações referência nos EUA. O momento é de definição para o ativo, que encontra possível suporte em Linha 1 – estrutura de alta válida desde o fundo em Março de 2009.

  • 16/02/2012 Moodys coloca bancos em revisão
    A Moody's colocou em revisão 114 bancos europeus. ""A Moody's afirmou que, para todos os bancos afetados, os principais fatores que vão determinar se eles serão rebaixados são: pressões e incertezas causadas pelo ambiente operacional difícil; pressões sobre lucratividade; vulnerabilidades dos ativos desses bancos; desafios impostos pelo acesso a financiamento mais caro e restrito; e riscos inerentes a qualquer atividade do mercado de capitais."" Lembrando que quando a S&P rebaixou a França e demais países ela afirmou que: a revisão negativa de bancos europeus poderia fazer com que novos cortes dos ratings soberanos fossem efetuados!
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  • 13/02/2012 Observações Relevantes da alocação:
    Sempre construímos nossos Cenários de Alocação buscando clareza e concordância entre o desenvolvimento dos eventos políticos, econômicos e financeiros com a análise técnica dos ativos focados. O nosso nível de acerto é elevado, contudo, não temos garantia de acerto e podemos cometer nossos equívocos de análise.
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  • 13/02/2012 Agenda econômica e eventos seguintes
    A agenda de indicadores econômicos desta semana está dividida entre dados positivos nos EUA e negativos especialmente na Europa. Os principais indicadores e eventos serão: • Grécia e suas negociações. • Leilões de títulos europeus (riscos de yields maiores). • PIB da Zona do Euro, projeções do dado trimestral do quarto trimestre de 2011: de 0,1% para -0,4%. • Agenda extremamente positiva nos EUA. O maior risco para o mercado será a TROIKA (FMI, Comissão europeia e BCE) vetar novamente o segundo pacote de resgate grego.
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  • 06/02/2012 Agenda econômica e próximos eventos
    Os principais indicadores da próxima semana são: • o PMI Manufatureiro na China caindo de 50,3 para 49,6 (abaixo de 50 indica uma expectativa negativa em relação à atividade econômica). • o ISM manufatureiro dos EUA positivo de 53,9 para 54,5. • O relatório de emprego americano com os payrolls abaixo dos anteriores, porem, continuam com valores apreciados. A taxa de desemprego espera-se que fique estável em 8,5% (menor dos últimos 3 anos). Já os principais eventos são: • As conclusões das negociações entre bancos e Grécia e os leilões de títulos públicos da Itália.
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  • 25/01/2012 FOMC statement: side by side e projeções
    O statement de 25 de janeiro de 2012, comparado ao de 13 de dezembro de 2011 tem como principal mudança à extensão dos juros zero, de julho de 2013 para dezembro de 2014. 13 de dezembro de 2011: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through mid-2013.” 25 de janeiro de 2012: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through late 2014.” O FOMC também divulgou suas novas projeções para os próximos anos. Os membros do comitê agora projetam um menor crescimento em 2012 e 2013, uma menor taxa de desemprego nos próximos anos e uma inflação pouco menor. Outra importante mudança foi à inflação de longo prazo passar de 1,7%- 2% ao ano para 2%a.a. como taxa ótima para o mandato do FED. Download do statement side-by-side Download da tabela de projeção
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  • 11/01/2012 Inflação e Política Monetária na China
    Esta noite será divulgada a inflação na China. Um dado menor que 4,2% aumentará a expectativa de novos estímulos monetários por parte do PBOC, por outro lado, uma inflação maior que a passada poderá mostrar que as previsões estão erradas.
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  • 03/01/2012 O ano de 2012… ou “os anos” de 2012?
    As expectativas dos mercados financeiros neste inicio de 2012 estão focadas nos eventos políticos, econômicos e financeiros da Europa, havendo visões que conflitam no seu tempo de execução e resposta aos problemas financeiros internacionais.
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  • 30/12/2011 Agenda: 2 a 6 de janeiro de 2012
    No inicio de 2012 a agenda econômica global é mais positiva para os EUA do que o resto do mundo. Nos EUA as expectativas positivas são: 1) Índice de gerente de compras crescente de dezembro em relação a novembro de 2011. 2) O relatório de emprego de dezembro de 2011 com payrolls superiores aos anteriores de novembro. Contudo o desemprego deve permanecer entre 8,6% e 9% no fechamento de 2011. Continuam os riscos: 1) As agências de riscos anunciarem o downgrade de um ou mais países europeus. 2) Falência de instituições financeira. 3) Dados virem abaixo das expectativas.
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  • 27/12/2011 O que a agenda global indica
    Os indicadores da agenda global de emprego e atividade econômica nos EUA estão com expectativas melhores que os realizados anteriormente na semana que vem, com a inflação mostrando estabilidade. Desta maneira se pode esperar um ambiente positivo para as bolsas, por correlação uma queda do PU (treasuries) e do dólar. Os riscos são um downgrade do rating de um ou mais países europeus, a quebra de instituições financeiras na Europa e surpresas negativas nos dados econômicos dos EUA.
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  • 16/12/2011 Agenda: 18 a 23 de dezembro
    Os principais drivers na semana até o dia 23 de Dezembro serão os encontros políticos na Europa que se iniciarão no final de semana e se estenderão até terça-feira. Logo depois, entrará em cena os EUA com a divulgação da revisão do PIB real do terceiro trimestre, com expectativa de manutenção de crescimento de 2%a.a, quinta-feira. Por ultimo na sexta-feira será divulgado os indicadores de renda e gasto pessoal, com expectativas pior e estável respectivamente. O primeiro de 0,4% para 0,3% e o segundo em 0,2%. Também será divulgada a inflação PCE Core – preferida pelo Fed. Esta deverá ficar flat em 1,7%a.a. Ainda vale ficar atendo a decisão dos juros do BOJ (pode intervir no iene a qualquer momento) e na minuta do BOE e RBA (devem-se buscar indícios de mais afrouxamentos na política monetária, tendência dos BC’S no início de 2012).
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  • 02/12/2011 Agenda: 4 a 10 de dezembro
    Alguns eventos interessantes podem ser esperados esta semana. Na Europa temos expectativas estáveis para o crescimento real do PIB, em 1,4%a.a. e de redução dos juros básico de 1,25% para 1% pelo BCE. Ainda na Europa, dia 4 de dezembro o Parlamento italiano vai votar na aceitação das novas medidas que Mario Monti irá propor no final de semana. Por ultimo, os líderes das 27 nações da União Europeia se encontrarão em um Summit, que provavelmente continuará discutindo as soluções para a crise fiscal e o restabelecimento da confiança na região. Os dados da China serão divulgados entre os dias 8 e 10 de dezembro. Observamos algumas mudanças significativas. A inflação poderá cair de 5,5%a.a. para 4,5%a.a. o que da margem de manobra para o Banco do Povo da China para criar medidas a fim incentivar a economia. Os dados de venda do varejo e produção industrial ano-a-ano mostram uma desaceleração maior que nos últimos meses, porem os dados de crescimento referentes ao dia 1 de janeiro continuam estáveis. Na Austrália o RBA fará a reunião monetária no dia 5 de dezembro, onde provavelmente irá baixar os juros de 4,5% para 4,25%. Lembrando que a ultima reunião houve redução inesperada. Ainda sobre reuniões dos comitês monetários, teremos do BoC (Canadá) e do BoE(Inglaterra), ambos com expectativas de fazer a manutenção dos juros.
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  • 11/11/2011 Agenda: 12 a 19 de novembro
    Principal foco do mercado continua sendo a crise fiscal europeia (Grécia e Itália). No sábado (19 de novembro) o parlamento italiano deverá fazer a votação final para a aprovação das novas medidas austeras para o orçamento de 2012, que visa o controle do déficit público e a redução da razão dívida/PIB no longo prazo. Na Europa, ainda teremos a divulgação do PIB real do bloco, cujas expectativas apontam uma leve redução no dado anual de 1,6% para 1,4%, enquanto o trimestral cresce constante a 0,2% no terceiro trimestre de 2011. Nos EUA, devemos ficar atentos a indicadores como o de: produção industrial (positivo), Philadelphia Fed (positivo), venda do varejo (negativo) e a inflação puxando ao excluir as commodities do índice. Temos outros indicadores também que poderão causar volatilidade, mas no geral a agenda americana de indicadores segue equilibrada entre dados positivos e negativos.
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  • 07/11/2011 Rendimentos dos títulos Europeus
    Os yields (rendimentos) dos títulos de 10 anos da Itália tem pressionado o primeiro ministro italiano a uma renuncia. Os rendimentos dos 10 anos da Itália hoje avançaram acima de 6,5% seguindo uma trajetória parecida com os de Portugal, Irlanda e Grécia antes de recorrerem ao EFSF para pagar suas obrigações. Com os yields acima de 6,5% - 7% por um longo período passa ser insustentável para o governo conseguir pagar suas obrigações, já que o crescimento está abaixo de 1%a.a. fazendo com que o governo não gere receitas suficientes. A Itália possui mais títulos que Irlanda, Portugal e Espanha juntos em circulação (1,6 trilhões de euros em dívida). O que da um total de $307 bilhões de euros em rendimentos a serem pagos em 2012 ou cerca de 20,5% do PIB, e outros 37 bilhões de euros até o final deste ano. Abaixo, segue o gráfico dos yields da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália. Pode se observar que Itália e Grécia são 100% do foco do mercado financeiro em relação à crise fiscal no momento. Os yields de Portugal, Espanha e Irlanda ficaram “para trás”, enquanto de Grécia e Itália bateram highs nos últimos dias.
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  • 03/11/2011 Teste do ATR sobre o S&P futuro (ES1)
    Este teste é formado pela combinação de um ativo e do “Average True Range” (ATR). O teste busca informações de direção e movimento do ativo em determinados horários do pregão. Este teste não tem por objetivo discutir a formação do oscilador, mas sim, apresenta-lo e trabalha-lo. Como foi utilizado ATRs diário, o uso do teste é para day trading.
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  • 31/10/2011 China e o resgate Europeu
    Para a China qualquer contribuição para o salvamento da zona do euro está crivada de riscos – e ainda não foi declarada nenhuma soma -, mas, para muitos analistas, as vantagens para a China são, de longe, bem superioras ao perigo do fracasso.
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  • 21/10/2011 Agenda: 23 a 28 de outubro
    Devemos focar em dois eventos nesta semana: Summit Europeu (encontro dos líderes da Europa) e o PIB americano. As expectativas dos dados americanos estão positivas pela terceira semana consecutiva, enquanto os dados da Europa estão negativos. Nos EUA o PIB real do terceiro trimestre - em sua primeira revisão – deve melhorar em relação do segundo trimestre anualizado de 1,3% para 2,5%. O consumo privado deve melhorar de 0,7% para 1,9% no terceiro trimestre. A inflação está suavizando assim como os membros do Fed esperavam, o PCE QoQ% se espera que caia de 2,3% para 2,2% no terceiro trimestre. Na Europa os principais dados serão os PMI’s, que estão com expectativas piores, tanto o manufatureiro quando o de serviços. A confiança da indústria, consumidor e econômica também deve ser pior. Porem, o mais importante na Europa serão as decisões sobre o aumento de poder do EFSF (Fundo de estabilidade financeira europeia), a recaptalização dos bancos e o deságio da dívida grega. A maior discussão está entre o impasse da Alemanha e França, o primeiro quer deságio de até 60% e a França somente concorda com os 21% propostos final de Julho.
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  • 21/10/2011 Standard and Poor’s 500 (S&P 500)
    É um índice composto de ações de 500 empresas consideradas líderes nas principais indústrias da economia norte-americana.
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  • 17/10/2011 Pesquisa Macro: EUA
    As diferentes formas de composição do PIB norte-americano.
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  • 14/10/2011 Agenda: 16 a 22 de outubro
    A agenda econômica estará concentrada 80% nos EUA. O restante fica por conta da minuta do BoE e da divulgação do PIB da China. • Nos EUA a agenda segue com expectativas positivas ao longo da semana. Desde seus indicadores de produção manufatureiros realizados pelo Fed, do setor imobiliário até de mercado de trabalho. O principal indicador econômico a ser divulgado será a produção industrial na segunda-feira que se espera uma expansão de 0,2% em setembro, igual ao dado divulgado em agosto. O que mostra que o setor industrial continua produzindo em maior escala. • Bernanke também fará um discurso sobre os efeitos de longo prazo da grande recessão. Importante acompanhar devido as atuais mudanças da política monetária do Fed (lembrando a expectativa de uma política de “milepost” segundo o mercado que é: dar um número exato ao desemprego e inflação que levaria ao aumento dos juros). • Na Europa muitos eventos políticos têm ocorrido para discutir questões como: ajuda para Grécia, recapitalização dos bancos e o aumento do poder de fogo do EFSF. Todos são importantes, pois pode trazer otimismo no médio prazo para o mercado. • Na China, terça-feira, o país divulgará o PIB real do terceiro trimestre, que apresenta uma expectativa pouco menor de 9,5%a.a. para 9,3%a.a. Já a produção industrial e a venda do varejo continuam crescendo a uma mesma taxa de 13,4%a.a. e 17%a.a. respectivamente.
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  • 30/09/2011 Agenda: 1 a 8 de outubro
    • Esta semana começará com a divulgação do PMI em todos os principais países do globo. Desde Austrália a EUA. As expectativas apresentam uma leve queda em relação ao mês anterior. Vale lembrar que os dados passados apontam tendência de baixa, pessimismo nas empresas. • Na quinta-feira, o BCE e o BOE concluirão a reunião da Política Monetária. Na Zona do Euro o juro deve sofrer uma manutenção, em 1,5%, expectativa fortalecida depois do dado de inflação divulgado hoje (30/09/2011), apontando inflação de 3%a.a. em Setembro. - Os agentes do mercado também estarão de olho se o BCE irá propor alguma medida “não padronizada” (como novas linhas de créditos e compras de títulos) para ajudar a acalmar o mercado financeiro em relação à crise fiscal da região. - Já na Inglaterra, a cada reunião aumenta a expectativa que haverá um aumento do programa de “quantitative easing” inglês. Os juros deve haver a manutenção de 0,5%. • Por ultimo, os EUA divulgará o relatório de emprego do mês de Setembro. Com expectativa estável de 9,1% da taxa de desemprego e os payrolls positivos, porem não em larga escala. O setor manufatureiro deve apresentar pelo segundo mês seguido mais demissões do que contratações. Lembrando que foi o setor que puxou o crescimento em 2010.
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  • 23/09/2011 Agenda: 25/09 a 8/10
    Semana 25 a 30 de Setembro: • Esta semana esperamos que o mercado financeiro olhe com mais atenção à votação do prospecto de lei do EFSF pelo Parlamento Europeu. Se espera que consiga o voto favorável. • O mercado deve olhar o discurso do Bernanke dia 28, mas ainda não há expectativas sobre. • O PIB dos EUA será divulgado na quinta-feira, 29 de outubro, sua expectativa é positiva, de 1% para 1,2% no dado anualizado, esta é a terceira e ultima revisão do PIB real do segundo trimestre de 2011. • Por ultimo, abrindo a rodada de PMI’S de setembro, a China divulgará o seu índice, ainda não há expectativa. • Além destes drives, também saíra o desemprego e a inflação na Zona do Euro que estão com expectativas estáveis, em 10% e 2,5%a.a. Semana 1 a 8 de Outubro: • Esta semana começará com a divulgação do PMI em todos os principais países do globo. Desde Austrália a EUA. Por enquanto não há expectativas formais, porem dados anteriores apontam tendência de baixa. • Na quinta-feira, o BCE e o BOE concluirão a reunião da Política Monetária. Na Zona do Euro a cada dia fortalece a ideia que irá reduzir os juros de 1,5% para 1,25% (lembrando que é a ultima reunião com o Trichet no comando). Já na Inglaterra, a cada reunião aumenta a expectativa que haverá um aumento do programa de “quantitative easing” inglês. Já os juros deve haver a manutenção de 0,5%. • Por ultimo, os EUA divulgará o relatório de emprego do mês de Setembro. Com expectativa estável de 9,1% da taxa de desemprego e os payrolls positivos, porem não em larga escala.
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  • 07/09/2011 Novos planos de Barack Obama
    Obama deve pressionar o Congresso nesta quinta-feira por mais cortes dos impostos de famílias de classe média dos EUA e anunciar um programa de infraestrutura, ambos devem aumentar a demanda da economia. Também exaltou sua vontade de prorrogar um benefício fiscal sobre os salários dos trabalhadores, que reduziu a alíquota da tarifa de Seguridade Social de 6,2% para 4,2%, mas que vence no final deste ano. Com estas medidas, busca-se como objetivo o aumento do consumo privado (70% do PIB americano) e a criação de novos empregos, logo o crescimento econômico. A Bloomberg News informou que o plano injetará cerca de US$ 300 bilhões na economia no ano que vem. Estas medidas irão dificultar o trabalho do Super Comitê criado em agosto para fazer o “equilíbrio orçamentário” – a cada aumento de um nos gastos tem que haver o corte de um no orçamento. O Comitê tem que apresentar até o final de novembro um plano de cortes fiscais de $1200bn para reduzir o déficit americano para conseguir um novo aumento do teto da dívida.
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  • 31/08/2011 Agenda Econômica: Iniciando Setembro
    A volatilidade no mercado financeiro no início de Setembro será mercado pelos dados de crescimentos nos EUA, Europa e China. Ao contrário do senso comum quanto pior forem os dados mais sobe o mercado, em função da forte expectativa de medidas de estímulo dos Bancos Centrais, especialmente pelo FED. Abaixo segue os principais indicadores a serem divulgados até o dia 3 de Setembro:
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  • 30/08/2011 Minuta do FOMC de 9 de agosto
    Ben Bernanke, presidente do FED, deverá enfrentar dificuldades com os seus colegas caso queira um novo afrouxamento da política monetária. A minuta mostra a falta de tempo para discussões e a abrangência das diferentes opiniões entre os 10 membros do Comitê do Federal Reserve(FED). Alguns membros optam por: - uma compra de novos ativos; - em aumentar a média da maturidade dos treasuries sem mudar o balanço, vendendo os de vencimento mais curtos e comprando mais longos; - nada deve ser feito pelos riscos de gerar inflação sem resultados significativos na criação de emprego e produção. Ao pedir um dia extra de reunião do Comitê em Setembro (20 e 21) para avaliar melhor os custos e benefícios de novas medidas, o FOMC deixou a expectativa de que outras medidas ainda podem estar sendo discutidas para o uso futuro caso o cenário da economia americana continue a piorar, isto é, dentro de um contexto de pleno emprego e estabilidade dos preços.
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  • 26/08/2011 A Zona do Euro
    Síntese: Com as novas medidas de austeridades fiscal na Itália, na Espanha e na França, e a forte desaceleração do crescimento da Alemanha, as expectativas de crescimento, inflação, juros e desemprego da Zona do Euro têm sido revisados para baixo. O cenário na região segue crítico: os bancos de médio e pequeno porte enfrentam problema de liquidez; países insolventes e governos sem poder de ação fiscal para gerar estímulos à economia. Abaixo segue algumas expectativas: Crescimento: O crescimento da Zona do Euro teve revisão em média de -0,2% por semestre no final de 2011 de 1,85% para 1,65% e início de 2012 de 1,50% para 1,30%. A expectativa do crescimento médio da Zona do Euro em 2011 é de 1,7% ante o 2,0% no início do ano. Inflação: Um crescimento menor geralmente é acompanhado de menor pressão inflacionária. As estimativas de mercado na Zona do Euro indicam inflação estável em 2,5%a.a. para 2011, depois de atingir 2,8%a.a. Olhando o dado mensal observamos dois meses de deflação, o que poderá levar a inflação de volta para a casa dos 2% - meta do BCE. Juros: Com baixo crescimento, com inflação estável, e, com um alto nível de desemprego em 9,9%, o BCE não tem estímulo para aumentar os juros. No início de 2011, era esperado um aumento dos juros em 0,25pontos por trimestre, saindo de 1% a.a. para 2% a.a. no final de 2011. Agora as expectativas estão fixadas em 1,5% até o final de primeiro trimestre de 2012. Desemprego: Por ultimo, a taxa de desemprego aparece estagnada em 9,9% por meses, mas os riscos de tomar tendência de alta aumentaram após as novas medidas de austeridades fiscais serem aprovadas. Na França já é observado um aumento no desemprego de 1,3% em Julho e Junho e 0,7% em maio, por exemplo. No próximo dia 31 de agosto a agência Eurostat deve divulgar o novo relatório de desemprego da Zona do Euro, junto com a taxa de desemprego do segundo trimestre da França, que pode apontar um aumento expressivo.
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