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EUA: crescimento, desemprego e inflação

Conforme nossas considerações abaixo, podemos observar que a economia americana continua a apresentar crescimento lento, baixa geração de empregos e demanda pouco aquecida. Uma recuperação nos preços dos ativos – Bolsas e Commodities – dependeria de um aquecimento mais forte, o que não é a expectativa dos agentes econômicos internacionais.

 

Os juros ainda deverão permanecer baixos por um longo tempo, podendo trazer problemas inflacionários no final deste ciclo monetário expansivo do FED. Claramente não há uma estratégia segura de saída. No momento o FED discursa fortemente no sentido da criação do emprego.

 

Apesar deste cenário americano frágil, o fim das políticas de incentivo forçam os gestores a iniciarem uma mudança de posições, recomprando a moeda dólar e vendendo suas posições em ativos de maior volatilidade / risco. Esta maior demanda por dólares deverá enfraquecer as demais moedas e os demais ativos de risco – como bolsas e commodities, frente ao dólar.

 

Esta tendência deve durar ao longo dos próximos meses, até qualquer mudança de postura do que já foi antecipado pelo FED.

 

Crescimento:

Na sua primeira Press Conference o presidente do FED - Ben Bernanke divulgou as novas projeções de Abril para 2011. Antes do terremoto no Japão havia um sentimento de otimismo muito grande nos EUA e a taxa de crescimento anual do GDP era projetada entre 3,4% – 3,9% para 2011. Três meses depois, com o desaquecimento da demanda por causa da inflação puxada pelas commodities às projeções do crescimento do GDP baixaram para 3,1% -3,3%. Neste momento o mercado projeta um crescimento médio em 2011 de 2,7%.

 

A economia americana apresenta sinais diferentes em diferentes setores. No setor de manufaturados vemos crescimento, já na construção civil continuamos a ver uma frágil recuperação.

 

O PIB real anual dos EUA desaqueceu de 3,1% no quarto trimestre de 2010 para 1,8% na primeira prévia do primeiro trimestre de 2011, já a segunda prévia (revisão da primeira) deve apontar uma melhora para 2,2% no dia 26/5/11.

 

Os mercados financeiros ainda esperam para ver o crescimento do emprego e da demanda, cenário que se reflete no baixo desempenho recente das bolsas.

 

Desemprego:

A taxa de desemprego americana no final de abril foi de 9%. Nas projeções do Fed o desemprego poderia terminar o ano entre 8,8-9%. Contudo, já em abril assumiu uma posição mais favorável, projetando que caia para dentro do intervalo de 8,4 – 8,7% em final de 2011. Sucesso das políticas do FED? Pode-se considerar que o quadro seria pior caso nada tivesse feito, contudo o resultado é bastante modesto diante da inundação de dólares realizada.

 

 

Inflação:

The [Federal Open Market] Committee expects the effects on inflation of higher commodity prices to be transitory…” Bernanke disse na primeira Press Conference. O Fed espera uma inflação anual no CPI entre 2,1 – 2,8% em 2011 e então cair para 1,4 – 2,0 % a.a. em 2012.

Nas últimas semanas o mercado tem aumentado a sua expectativa de inflação nos EUA (CPI). O Fed considera este aumento passageiro devido a um choque de preços transitório dos preços de energia - petróleo.

  • 16/02/2012 Moodys coloca bancos em revisão
    A Moody's colocou em revisão 114 bancos europeus. ""A Moody's afirmou que, para todos os bancos afetados, os principais fatores que vão determinar se eles serão rebaixados são: pressões e incertezas causadas pelo ambiente operacional difícil; pressões sobre lucratividade; vulnerabilidades dos ativos desses bancos; desafios impostos pelo acesso a financiamento mais caro e restrito; e riscos inerentes a qualquer atividade do mercado de capitais."" Lembrando que quando a S&P rebaixou a França e demais países ela afirmou que: a revisão negativa de bancos europeus poderia fazer com que novos cortes dos ratings soberanos fossem efetuados!
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  • 13/02/2012 Agenda econômica e eventos seguintes
    A agenda de indicadores econômicos desta semana está dividida entre dados positivos nos EUA e negativos especialmente na Europa. Os principais indicadores e eventos serão: • Grécia e suas negociações. • Leilões de títulos europeus (riscos de yields maiores). • PIB da Zona do Euro, projeções do dado trimestral do quarto trimestre de 2011: de 0,1% para -0,4%. • Agenda extremamente positiva nos EUA. O maior risco para o mercado será a TROIKA (FMI, Comissão europeia e BCE) vetar novamente o segundo pacote de resgate grego.
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  • 13/02/2012 Observações Relevantes da alocação:
    Sempre construímos nossos Cenários de Alocação buscando clareza e concordância entre o desenvolvimento dos eventos políticos, econômicos e financeiros com a análise técnica dos ativos focados. O nosso nível de acerto é elevado, contudo, não temos garantia de acerto e podemos cometer nossos equívocos de análise.
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  • 06/02/2012 Agenda econômica e próximos eventos
    Os principais indicadores da próxima semana são: • o PMI Manufatureiro na China caindo de 50,3 para 49,6 (abaixo de 50 indica uma expectativa negativa em relação à atividade econômica). • o ISM manufatureiro dos EUA positivo de 53,9 para 54,5. • O relatório de emprego americano com os payrolls abaixo dos anteriores, porem, continuam com valores apreciados. A taxa de desemprego espera-se que fique estável em 8,5% (menor dos últimos 3 anos). Já os principais eventos são: • As conclusões das negociações entre bancos e Grécia e os leilões de títulos públicos da Itália.
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  • 25/01/2012 FOMC statement: side by side e projeções
    O statement de 25 de janeiro de 2012, comparado ao de 13 de dezembro de 2011 tem como principal mudança à extensão dos juros zero, de julho de 2013 para dezembro de 2014. 13 de dezembro de 2011: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through mid-2013.” 25 de janeiro de 2012: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through late 2014.” O FOMC também divulgou suas novas projeções para os próximos anos. Os membros do comitê agora projetam um menor crescimento em 2012 e 2013, uma menor taxa de desemprego nos próximos anos e uma inflação pouco menor. Outra importante mudança foi à inflação de longo prazo passar de 1,7%- 2% ao ano para 2%a.a. como taxa ótima para o mandato do FED. Download do statement side-by-side Download da tabela de projeção
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  • 11/01/2012 Inflação e Política Monetária na China
    Esta noite será divulgada a inflação na China. Um dado menor que 4,2% aumentará a expectativa de novos estímulos monetários por parte do PBOC, por outro lado, uma inflação maior que a passada poderá mostrar que as previsões estão erradas.
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  • 03/01/2012 O ano de 2012… ou “os anos” de 2012?
    As expectativas dos mercados financeiros neste inicio de 2012 estão focadas nos eventos políticos, econômicos e financeiros da Europa, havendo visões que conflitam no seu tempo de execução e resposta aos problemas financeiros internacionais.
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  • 30/12/2011 Agenda: 2 a 6 de janeiro de 2012
    No inicio de 2012 a agenda econômica global é mais positiva para os EUA do que o resto do mundo. Nos EUA as expectativas positivas são: 1) Índice de gerente de compras crescente de dezembro em relação a novembro de 2011. 2) O relatório de emprego de dezembro de 2011 com payrolls superiores aos anteriores de novembro. Contudo o desemprego deve permanecer entre 8,6% e 9% no fechamento de 2011. Continuam os riscos: 1) As agências de riscos anunciarem o downgrade de um ou mais países europeus. 2) Falência de instituições financeira. 3) Dados virem abaixo das expectativas.
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  • 27/12/2011 O que a agenda global indica
    Os indicadores da agenda global de emprego e atividade econômica nos EUA estão com expectativas melhores que os realizados anteriormente na semana que vem, com a inflação mostrando estabilidade. Desta maneira se pode esperar um ambiente positivo para as bolsas, por correlação uma queda do PU (treasuries) e do dólar. Os riscos são um downgrade do rating de um ou mais países europeus, a quebra de instituições financeiras na Europa e surpresas negativas nos dados econômicos dos EUA.
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  • 16/12/2011 Agenda: 18 a 23 de dezembro
    Os principais drivers na semana até o dia 23 de Dezembro serão os encontros políticos na Europa que se iniciarão no final de semana e se estenderão até terça-feira. Logo depois, entrará em cena os EUA com a divulgação da revisão do PIB real do terceiro trimestre, com expectativa de manutenção de crescimento de 2%a.a, quinta-feira. Por ultimo na sexta-feira será divulgado os indicadores de renda e gasto pessoal, com expectativas pior e estável respectivamente. O primeiro de 0,4% para 0,3% e o segundo em 0,2%. Também será divulgada a inflação PCE Core – preferida pelo Fed. Esta deverá ficar flat em 1,7%a.a. Ainda vale ficar atendo a decisão dos juros do BOJ (pode intervir no iene a qualquer momento) e na minuta do BOE e RBA (devem-se buscar indícios de mais afrouxamentos na política monetária, tendência dos BC’S no início de 2012).
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  • 14/12/2011 FOMC Statement: Side-by-side (13 dez./2 nov.)
    As grandes mudanças observadas no statement de 13 de dezembro comparado ao de 2 de novembro foram: • 1° 13/dez: “the economy has been expanding moderately” 02/nov: “economic growth strengthened somewhat” • 2° 13/dez: “Strains in global financial markets continue to pose significant downside risks to the economic outlook.” 02/nov: “Moreover, there are significant downside risks to the economic outlook, including strains in global financial markets.” Estas afirmações do Fed transmitem à ideia que ainda não foi descartado a necessidade de novas compras de ativos no FOMC. Esta pode acontecer a partir da necessidade econômica – leia-se alto nível de desemprego - nos próximos meses.
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  • 12/12/2011 FED desconhece destino de $586 bilhões
    O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos, que não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos. Ele não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições americanas. Também desde o anúncio da parceria entre o FED, BCE e outros 4 bancos centrais, a linha de swaps cambiais de 3 meses do BCE aumentou de 400 milhões para 50,7 bilhões de dólares, em 12 dias. Este foi o período de recuperação da bolsa (ES1), portanto, pode ser nestes momentos que o FED age “indiretamente” no mercado vendendo dólar e mantendo os níveis dos índices das bolsas.
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  • 02/12/2011 Agenda: 4 a 10 de dezembro
    Alguns eventos interessantes podem ser esperados esta semana. Na Europa temos expectativas estáveis para o crescimento real do PIB, em 1,4%a.a. e de redução dos juros básico de 1,25% para 1% pelo BCE. Ainda na Europa, dia 4 de dezembro o Parlamento italiano vai votar na aceitação das novas medidas que Mario Monti irá propor no final de semana. Por ultimo, os líderes das 27 nações da União Europeia se encontrarão em um Summit, que provavelmente continuará discutindo as soluções para a crise fiscal e o restabelecimento da confiança na região. Os dados da China serão divulgados entre os dias 8 e 10 de dezembro. Observamos algumas mudanças significativas. A inflação poderá cair de 5,5%a.a. para 4,5%a.a. o que da margem de manobra para o Banco do Povo da China para criar medidas a fim incentivar a economia. Os dados de venda do varejo e produção industrial ano-a-ano mostram uma desaceleração maior que nos últimos meses, porem os dados de crescimento referentes ao dia 1 de janeiro continuam estáveis. Na Austrália o RBA fará a reunião monetária no dia 5 de dezembro, onde provavelmente irá baixar os juros de 4,5% para 4,25%. Lembrando que a ultima reunião houve redução inesperada. Ainda sobre reuniões dos comitês monetários, teremos do BoC (Canadá) e do BoE(Inglaterra), ambos com expectativas de fazer a manutenção dos juros.
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  • 11/11/2011 Agenda: 12 a 19 de novembro
    Principal foco do mercado continua sendo a crise fiscal europeia (Grécia e Itália). No sábado (19 de novembro) o parlamento italiano deverá fazer a votação final para a aprovação das novas medidas austeras para o orçamento de 2012, que visa o controle do déficit público e a redução da razão dívida/PIB no longo prazo. Na Europa, ainda teremos a divulgação do PIB real do bloco, cujas expectativas apontam uma leve redução no dado anual de 1,6% para 1,4%, enquanto o trimestral cresce constante a 0,2% no terceiro trimestre de 2011. Nos EUA, devemos ficar atentos a indicadores como o de: produção industrial (positivo), Philadelphia Fed (positivo), venda do varejo (negativo) e a inflação puxando ao excluir as commodities do índice. Temos outros indicadores também que poderão causar volatilidade, mas no geral a agenda americana de indicadores segue equilibrada entre dados positivos e negativos.
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  • 11/11/2011 Inflação Core americana crescente
    A inflação núcleo (Core) americana - excluí energia e alimentos - continua puxando nos EUA. A expectativa é que a inflação puxe de 2,0%a.a. para 2,1%a.a. enquanto o indicador cheio caia de 3,9%a.a. para 3,6%a.a. Não só nos EUA como na Inglaterra e China isto também está ocorrendo o que mostra uma pressão vendedora sobre os preços das commodities.
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  • 07/11/2011 Rendimentos dos títulos Europeus
    Os yields (rendimentos) dos títulos de 10 anos da Itália tem pressionado o primeiro ministro italiano a uma renuncia. Os rendimentos dos 10 anos da Itália hoje avançaram acima de 6,5% seguindo uma trajetória parecida com os de Portugal, Irlanda e Grécia antes de recorrerem ao EFSF para pagar suas obrigações. Com os yields acima de 6,5% - 7% por um longo período passa ser insustentável para o governo conseguir pagar suas obrigações, já que o crescimento está abaixo de 1%a.a. fazendo com que o governo não gere receitas suficientes. A Itália possui mais títulos que Irlanda, Portugal e Espanha juntos em circulação (1,6 trilhões de euros em dívida). O que da um total de $307 bilhões de euros em rendimentos a serem pagos em 2012 ou cerca de 20,5% do PIB, e outros 37 bilhões de euros até o final deste ano. Abaixo, segue o gráfico dos yields da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália. Pode se observar que Itália e Grécia são 100% do foco do mercado financeiro em relação à crise fiscal no momento. Os yields de Portugal, Espanha e Irlanda ficaram “para trás”, enquanto de Grécia e Itália bateram highs nos últimos dias.
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  • 31/10/2011 China e o resgate Europeu
    Para a China qualquer contribuição para o salvamento da zona do euro está crivada de riscos – e ainda não foi declarada nenhuma soma -, mas, para muitos analistas, as vantagens para a China são, de longe, bem superioras ao perigo do fracasso.
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  • 28/10/2011 Nasdaq 100
    É um índice composto de ações das 100 maiores empresas, não ligadas ao setor financeiro, listadas na Nasdaq. Veja mais no artigo.
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  • 21/10/2011 Standard and Poor’s 500 (S&P 500)
    É um índice composto de ações de 500 empresas consideradas líderes nas principais indústrias da economia norte-americana.
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  • 21/10/2011 Agenda: 23 a 28 de outubro
    Devemos focar em dois eventos nesta semana: Summit Europeu (encontro dos líderes da Europa) e o PIB americano. As expectativas dos dados americanos estão positivas pela terceira semana consecutiva, enquanto os dados da Europa estão negativos. Nos EUA o PIB real do terceiro trimestre - em sua primeira revisão – deve melhorar em relação do segundo trimestre anualizado de 1,3% para 2,5%. O consumo privado deve melhorar de 0,7% para 1,9% no terceiro trimestre. A inflação está suavizando assim como os membros do Fed esperavam, o PCE QoQ% se espera que caia de 2,3% para 2,2% no terceiro trimestre. Na Europa os principais dados serão os PMI’s, que estão com expectativas piores, tanto o manufatureiro quando o de serviços. A confiança da indústria, consumidor e econômica também deve ser pior. Porem, o mais importante na Europa serão as decisões sobre o aumento de poder do EFSF (Fundo de estabilidade financeira europeia), a recaptalização dos bancos e o deságio da dívida grega. A maior discussão está entre o impasse da Alemanha e França, o primeiro quer deságio de até 60% e a França somente concorda com os 21% propostos final de Julho.
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  • 17/10/2011 Pesquisa Macro: EUA
    As diferentes formas de composição do PIB norte-americano.
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  • 14/10/2011 Agenda: 16 a 22 de outubro
    A agenda econômica estará concentrada 80% nos EUA. O restante fica por conta da minuta do BoE e da divulgação do PIB da China. • Nos EUA a agenda segue com expectativas positivas ao longo da semana. Desde seus indicadores de produção manufatureiros realizados pelo Fed, do setor imobiliário até de mercado de trabalho. O principal indicador econômico a ser divulgado será a produção industrial na segunda-feira que se espera uma expansão de 0,2% em setembro, igual ao dado divulgado em agosto. O que mostra que o setor industrial continua produzindo em maior escala. • Bernanke também fará um discurso sobre os efeitos de longo prazo da grande recessão. Importante acompanhar devido as atuais mudanças da política monetária do Fed (lembrando a expectativa de uma política de “milepost” segundo o mercado que é: dar um número exato ao desemprego e inflação que levaria ao aumento dos juros). • Na Europa muitos eventos políticos têm ocorrido para discutir questões como: ajuda para Grécia, recapitalização dos bancos e o aumento do poder de fogo do EFSF. Todos são importantes, pois pode trazer otimismo no médio prazo para o mercado. • Na China, terça-feira, o país divulgará o PIB real do terceiro trimestre, que apresenta uma expectativa pouco menor de 9,5%a.a. para 9,3%a.a. Já a produção industrial e a venda do varejo continuam crescendo a uma mesma taxa de 13,4%a.a. e 17%a.a. respectivamente.
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  • 07/10/2011 Teste de divergência do MACD no S&P futuro
    Este teste é formado pela combinação de um ativo e de oscilador e busca as viradas de mercado.
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  • 07/10/2011 Teste de Divergência do MACD no S&P futuro
    Este teste é formado pela combinação de um ativo e de oscilador e busca as viradas de mercado.
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  • 05/10/2011 Preço futuro do Barril de Petróleo
    O preço futuro do barril do petróleo é constituído em 60% por apostas de investidores especulativos (investidores que não produzem e não utilizam, mas alocam seu capital neste ativo passam a ter o mesmo risco) e 40% por produtores e comercializadores da matéria. Os líderes de operações nos EUA são o Goldman Sachs e o Morgan Stanley, seguidos do Citigoup, JP Morgan e outros grandes fundos de investimento.
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