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Acordo: Republicanos e Democratas esboçaram um acordo para redução do déficit americano por meio de cortes das despesas federais em pelo menos US$2,1 trilhões nos próximos 10 anos e um aumento do teto da dívida do governo federal de US$2,4 trilhões em três etapas.
Condições: O aumento do teto da dívida sempre ocorrerá se aprovado o corte dos gastos público com despesas domésticas. Na primeira e segunda etapa tem-se que o plano de redução já está aprovado (em andamento) pela Câmera, Senado e assinado pelo Presidente dos EUA. Já na terceira etapa, haverá uma reunião do Comitê bipartidário para aprovação de novos cortes.
• O tamanho do corte aprovado será equivalente à elevação no teto da dívida que será então permitida. Se o corte aprovado for menor que US$ 1,2 trilhão, ou se o Congresso não chegar a um acordo, o teto da dívida será elevado em US$ 1,2 trilhão.
• Em caso de falta de acordo pelo comitê, um corte de gastos de até US$ 1,2 trilhão deverá ser feito em todo o orçamento do país – 50% em gastos domésticos e 50% em gastos de defesa – a partir de 2013. Ficam de fora dos cortes programas sociais para as classes menos favorecidas, como seguro social, Medicaid (programa de saúde), seguro desemprego e benefícios aos veteranos de guerra.
Etapas:
(1°) Elevaria o teto da dívida imediatamente em US$ 400 bilhões.
(2°) Após setembro, haveria uma nova alta de US$ 500 bilhões.
(3°) Caso os cortes no orçamento (US$917 bilhões iniciais) previsto no plano sejam realizados, o teto da dívida será novamente elevado, entre US$ 1,2 trilhão e US$ 1,5 trilhão, dependendo igualmente dos cortes nos gastos aprovados, que será votado dia 23 de Dezembro por um Comitê bipartidário.
As elevações devem cobrir as necessidades de empréstimo do Tesouro dos EUA até 2013. Este plano significa que o gasto doméstico irá cair para o nível mais baixo desde os anos 50, porem Barack Obama afirmou que não será um "empecilho" para a economia.
Votação: Este plano deverá ser votado no final da tarde de hoje (1 de Agosto) na Câmera dos Deputados e no Senado, ainda há um empasse quanto os impostos e alguns cortes profundos dos gastos. |