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Jackson Hole – O FED na política

Jackson Hole – O FED na política

O que é?

Jackson Hole é um vale nos Estados Unidos da América onde o Federal Bank of Kansas City realiza seus simpósios anuais de politica econômica, convidando mais de 100 bancos centrais, gestores de politica econômica, acadêmicos e economistas ao redor do mundo. Ficou mais conhecido como o lugar onde Bem Bernanke anunciou, na sua palestra de 2010, o Programa de ‘Quantitative Easing 2’ – afrouxamento monetário - do FED. Logo, com a má performance da economia americana em 2011 criou-se a expectativa de que um novo programa de afrouxamento monetário poderia ser novamente anunciado na palestra deste ano, dia 25 de agosto passado.

Qual era o tema de 2011?

O tema do simpósio neste ano foi, estranhamente, ‘Buscando o Máximo Crescimento no Longo Prazo’. Os bancos centrais são responsáveis, principalmente, pelas politicas monetárias – que possuem efeito de curto e médio prazo. No caso do FED o mandato concedido pelo Congresso é duplo, equilíbrio monetário e emprego.

Contudo, não é esperado que os bancos centrais – quase que independentemente dos seus governos – consigam estimular o crescimento de longo prazo. Espera-se, sim, uma ação que estimule a estabilidade monetária, e, que esta estabilidade induza decisões que levam ao desejado crescimento de longo prazo.

O tema do encontro, a discussão colocada dentro dos gestores de politicas monetárias, revela uma preocupação dos ‘técnicos’ com relação a postura dos políticos. É uma critica velada – ou talvez bem clara – dos ‘técnicos monetaristas’ que acreditam estar vendo a economia afundar como consequências das "baixas" rivalidades políticas e da falta de vontade de tomar medidas relevantes.

 

O que disse o FED ?

Bernanke argumentou que a atuação do FED na crise de 2008/2009 resultou em:

1 – um sistema financeiro agora mais saudável, melhora do crédito bancário e melhora na regulamentação e supervisão do setor financeiro;

2 – crescimento de 15% da produção manufatureira desde o fundo da crise, mais exportação, mais investimentos das empresas em tecnologia/softwares com aumento da produtividade; e,

3 – entende que o crescimento deverá se manter e acelerar nos próximos semestres e que as expectativas de inflação continuam estáveis.

Contudo, admite que o crescimento está abaixo do esperado, o desemprego continua elevado (acima de 9%) e o sentimento geral do consumidor ruim. Para combater isto afirma que:

1 – o FED ainda dispõe de um conjunto de alternativas que podem produzir estímulos monetários adicionais; e,

2 – dadas as circunstâncias correntes, o FED poderá agir de maneira não usual e utilizar as mesmas politicas de curto prazo para objetivos de longo prazo, sendo portanto muito mais agressivo com os mesmos instrumentos. São instrumentos extraordinários possíveis:

a) cortes nas taxas pagas ao depósitos de recursos no FED;

b) venda de títulos custo e compra de longos, baixando as taxas de juros de longo prazo ainda mais;

c) permitir inflação maior criando juros reais negativos; e,

d) comprar títulos não governamentais em geral, injetando mais liquidez na economia.

3 – Bernanke sabe que está tomando medidas extraordinárias diante da fraca reação da economia, dos conflitos políticos entre democratas e republicanos, e, da falta de politicas governamentais necessárias para garantir o crescimento de longo prazo.

Qual o efeito destas medidas extraordinárias? Força as taxas de juros de longo prazo para baixo, tolera maior inflação, busca juros reais negativo e a desvalorização do dólar.

Concluindo: O que esperar pela frente?

Permanecendo o impasse ‘políticos’ versus ‘técnicos’, poderemos esperar uma posição cada vez mais agressiva do FED para mitigar os impactos do desaquecimento econômico, com consequências negativas para a estabilidade dos preços.

Extrapolando as funções básicas de um banco central, a preocupação dos ‘técnicos’ levará a um excesso de liquidez e a continuidade da desvalorização do dólar (apenas contida pelas crises da Europa) e a valorização das demais moedas e preços atrelados aos ativos de risco – bolsas e commodities.

Combatendo os políticos, o FED faz política.

Para ler o discurso completo do Ben Bernanke em Jackson Hole, clique aqui.

  • 13/02/2012 Agenda econômica e eventos seguintes
    A agenda de indicadores econômicos desta semana está dividida entre dados positivos nos EUA e negativos especialmente na Europa. Os principais indicadores e eventos serão: • Grécia e suas negociações. • Leilões de títulos europeus (riscos de yields maiores). • PIB da Zona do Euro, projeções do dado trimestral do quarto trimestre de 2011: de 0,1% para -0,4%. • Agenda extremamente positiva nos EUA. O maior risco para o mercado será a TROIKA (FMI, Comissão europeia e BCE) vetar novamente o segundo pacote de resgate grego.
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  • 25/01/2012 FOMC statement: side by side e projeções
    O statement de 25 de janeiro de 2012, comparado ao de 13 de dezembro de 2011 tem como principal mudança à extensão dos juros zero, de julho de 2013 para dezembro de 2014. 13 de dezembro de 2011: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through mid-2013.” 25 de janeiro de 2012: “including low rates of resource utilization and a subdued outlook for inflation over the medium run -- are likely to warrant exceptionally low levels for the federal funds rate at least through late 2014.” O FOMC também divulgou suas novas projeções para os próximos anos. Os membros do comitê agora projetam um menor crescimento em 2012 e 2013, uma menor taxa de desemprego nos próximos anos e uma inflação pouco menor. Outra importante mudança foi à inflação de longo prazo passar de 1,7%- 2% ao ano para 2%a.a. como taxa ótima para o mandato do FED. Download do statement side-by-side Download da tabela de projeção
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  • 14/12/2011 FOMC Statement: Side-by-side (13 dez./2 nov.)
    As grandes mudanças observadas no statement de 13 de dezembro comparado ao de 2 de novembro foram: • 1° 13/dez: “the economy has been expanding moderately” 02/nov: “economic growth strengthened somewhat” • 2° 13/dez: “Strains in global financial markets continue to pose significant downside risks to the economic outlook.” 02/nov: “Moreover, there are significant downside risks to the economic outlook, including strains in global financial markets.” Estas afirmações do Fed transmitem à ideia que ainda não foi descartado a necessidade de novas compras de ativos no FOMC. Esta pode acontecer a partir da necessidade econômica – leia-se alto nível de desemprego - nos próximos meses.
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  • 12/12/2011 FED desconhece destino de $586 bilhões
    O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos, que não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições O Federal Reserve tem $586 bilhões de dólares perdidos. Ele não sabe dizer aonde foi parar. Este dinheiro o FED vendeu através de swaps cambiais com outros Bancos Centrais que por sua vez, emprestaram para bancos comerciais. Este fato pode inferir em maiores riscos em caso de calotes por parte da Europa e outras instituições americanas. Também desde o anúncio da parceria entre o FED, BCE e outros 4 bancos centrais, a linha de swaps cambiais de 3 meses do BCE aumentou de 400 milhões para 50,7 bilhões de dólares, em 12 dias. Este foi o período de recuperação da bolsa (ES1), portanto, pode ser nestes momentos que o FED age “indiretamente” no mercado vendendo dólar e mantendo os níveis dos índices das bolsas.
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  • 11/11/2011 Inflação Core americana crescente
    A inflação núcleo (Core) americana - excluí energia e alimentos - continua puxando nos EUA. A expectativa é que a inflação puxe de 2,0%a.a. para 2,1%a.a. enquanto o indicador cheio caia de 3,9%a.a. para 3,6%a.a. Não só nos EUA como na Inglaterra e China isto também está ocorrendo o que mostra uma pressão vendedora sobre os preços das commodities.
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  • 17/10/2011 Pesquisa Macro: EUA
    As diferentes formas de composição do PIB norte-americano.
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  • 10/10/2011 Pesquisa Macro: EUA
    A seguir, iremos analisar as diferentes formas de composição do PIB norte-americano.
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  • 20/09/2011 As opções de ação do Fed
    Segundo uma pesquisa levantada pela Bloomberg 71% dos 42 economistas entrevistados espera que o Fed nesta quarta-feira anuncie a chamada “Operation Twist” (Operação de troca). Ela consiste em trocas de títulos do governo com maturidade curta para títulos de maturidade maiores, que garantirão juros de longo prazo baixos por mais tempo. As outras opções que o Fed tem para combater o alto desemprego e estimular a economia são: 1) A mudança da linguagem em seus statements, como por exemplo, dizer a que nível de desemprego/inflação os juros voltarão a subir; 2) diminuir a remuneração atual de 0,25% aos bancos por deixarem seu dinheiro parado no Fed, estimulando maior volume de empréstimos; 3) e/ou, fazer nada no momento e através da linguagem estender a expectativa de que o Fed tomará uma ação no futuro, segurando o mercado. A hipótese de uma nova rodada de compras diretas de treasuries (QE3) - que de fato aumentaria o balanço do Fed, já que as anteriores não produzirão este efeito - não foi considerada já que as anteriores não tiveram muito efeito sobre a economia.
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  • 07/09/2011 Novos planos de Barack Obama
    Obama deve pressionar o Congresso nesta quinta-feira por mais cortes dos impostos de famílias de classe média dos EUA e anunciar um programa de infraestrutura, ambos devem aumentar a demanda da economia. Também exaltou sua vontade de prorrogar um benefício fiscal sobre os salários dos trabalhadores, que reduziu a alíquota da tarifa de Seguridade Social de 6,2% para 4,2%, mas que vence no final deste ano. Com estas medidas, busca-se como objetivo o aumento do consumo privado (70% do PIB americano) e a criação de novos empregos, logo o crescimento econômico. A Bloomberg News informou que o plano injetará cerca de US$ 300 bilhões na economia no ano que vem. Estas medidas irão dificultar o trabalho do Super Comitê criado em agosto para fazer o “equilíbrio orçamentário” – a cada aumento de um nos gastos tem que haver o corte de um no orçamento. O Comitê tem que apresentar até o final de novembro um plano de cortes fiscais de $1200bn para reduzir o déficit americano para conseguir um novo aumento do teto da dívida.
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  • 30/08/2011 Minuta do FOMC de 9 de agosto
    Ben Bernanke, presidente do FED, deverá enfrentar dificuldades com os seus colegas caso queira um novo afrouxamento da política monetária. A minuta mostra a falta de tempo para discussões e a abrangência das diferentes opiniões entre os 10 membros do Comitê do Federal Reserve(FED). Alguns membros optam por: - uma compra de novos ativos; - em aumentar a média da maturidade dos treasuries sem mudar o balanço, vendendo os de vencimento mais curtos e comprando mais longos; - nada deve ser feito pelos riscos de gerar inflação sem resultados significativos na criação de emprego e produção. Ao pedir um dia extra de reunião do Comitê em Setembro (20 e 21) para avaliar melhor os custos e benefícios de novas medidas, o FOMC deixou a expectativa de que outras medidas ainda podem estar sendo discutidas para o uso futuro caso o cenário da economia americana continue a piorar, isto é, dentro de um contexto de pleno emprego e estabilidade dos preços.
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  • 24/08/2011 Financial Stress Index of St. Louis Fed
    ta semana um indicador que mede o nível de estresse do mercado financeiro foi divulgado pelo Federal Reserve de St. Louis mostrando que o mercado se encontra a níveis extremos de estresse. Em duas semanas o indicador pulou de 0,041 para 0,733, nível visto pela ultima vez pouco antes do anúncio do QE2 em Agosto de 2010. O aumento atual ocorreu após o mercado perder a confiança em relação aos problemas fiscais americanos, do sistema financeiro europeu e o rebaixamento da S&P do rating da dívida americana.
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  • 24/08/2011 Financial Stress Index of St. Louis Fed
    Esta semana um indicador que mede o nível de estresse do mercado financeiro foi divulgado pelo Federal Reserve de St. Louis mostrando que o mercado se encontra a níveis extremos de estresse. Em duas semanas o indicador pulou de 0,041 para 0,733, nível visto pela ultima vez pouco antes do anúncio do QE2 em Agosto de 2010. O aumento atual ocorreu após o mercado perder a confiança em relação aos problemas fiscais americanos, do sistema financeiro europeu e o rebaixamento da S&P do rating da dívida americana. Este indicador é uma medida estatística da variação dos coeficientes ajustados de 18 variáveis (outros indicadores) do mercado de uma amostra de 12/1993 a 12/2009. São 7 taxas de juros (effective federal funds rate, 10YR, 5YR, 30YR, Baa-rated corporate, Merrill Lynch High-Yield Corporate Master II Index e Merrill Lynch Asset-Backed Master BBB-rated), 6 spread de yields (yield curve: 10YR menos 3 months treasury, Corporate Baa-rated bond menos 10YR treasury, Merrill Lynch High Yield Corporate Rate-Overnight IndexSwap (LIBOR-OIS) spread, 3 month treasury-eurodollar (TED) spread e 3 month commercial paper menos 3 month treasury bill) e outros 5 indicadores, como o VIX, ETF’s e TIPS . Para mais informações quanto ao índice: http://research.stlouisfed.org/fred2/series/STLFSI A dois dias do discurso em Jackson Hole do Bernanke, o mercado espera que um complemento para a ação no último dia 9 de Agosto, onde o Fed manteve os juros extremamente baixo até pelo menos 2013. Isto provavelmente poderia aliviar o mercado da aversão ao risco, isto se a Europa não piorar e o BCE continuar com suas compras de títulos dos países com o sistema financeiro sem liquidez.
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  • 02/08/2011 Crescimento americano e novas medidas
    A taxa de poupança voltou a crescer nos EUA 5,4%a.a (nível mais alto desde Setembro de 2010) à medida que o gasto pessoal, que corresponde a 70% da economia americana, decresceu pela primeira vez em quase dois anos, -0,1%a.a em junho. Isto devido ao medo da população quanto ao futuro de seu emprego e as altas recentes no preço dos bens de consumo comum. A economia americana tem sofrido durante todo o primeiro semestre, agora com o governo efetivando um plano de redução de gastos no orçamento a responsabilidade deve se voltar toda para o Fed... Novas medidas são esperadas.
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  • 02/08/2011 Acordo aprovado no senado evita o calote americano
    O Senado americano aprovou a elevação do teto da dívida e as medidas para redução do déficit orçamentário nos próximos 10 anos. Foram 74 votos a favor e 26 contra. Em primeira instância, o teto será elevado em US$900 bilhões e os cortes anunciados serão de US$917 bilhões. Estas medidas devem evitar o calote (default) americano nos próximos meses e diminuir os riscos de um downgrade no rating da dívida dos EUA. Agora o foco do governo deve-se voltar ao amparo da economia que cresceu menos de 1%a.a. no primeiro semestre de 2011.
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  • 01/08/2011 O acordo para elevação do teto da dívida dos EUA
    Acordo: Republicanos e Democratas esboçaram um acordo para redução do déficit americano por meio de cortes das despesas federais em pelo menos US$2,1 trilhões nos próximos 10 anos e um aumento do teto da dívida do governo federal de US$2,4 trilhões em três etapas. Condições: O aumento do teto da dívida sempre ocorrerá se aprovado o corte dos gastos público com despesas domésticas. Na primeira e segunda etapa tem-se que o plano de redução já está aprovado (em andamento) pela Câmera, Senado e assinado pelo Presidente dos EUA. Já na terceira etapa, haverá uma reunião do Comitê bipartidário para aprovação de novos cortes. • O tamanho do corte aprovado será equivalente à elevação no teto da dívida que será então permitida. Se o corte aprovado for menor que US$ 1,2 trilhão, ou se o Congresso não chegar a um acordo, o teto da dívida será elevado em US$ 1,2 trilhão. • Em caso de falta de acordo pelo comitê, um corte de gastos de até US$ 1,2 trilhão deverá ser feito em todo o orçamento do país – 50% em gastos domésticos e 50% em gastos de defesa – a partir de 2013. Ficam de fora dos cortes programas sociais para as classes menos favorecidas, como seguro social, Medicaid (programa de saúde), seguro desemprego e benefícios aos veteranos de guerra. Etapas: (1°) Elevaria o teto da dívida imediatamente em US$ 400 bilhões. (2°) Após setembro, haveria uma nova alta de US$ 500 bilhões. (3°) Caso os cortes no orçamento (US$917 bilhões iniciais) previsto no plano sejam realizados, o teto da dívida será novamente elevado, entre US$ 1,2 trilhão e US$ 1,5 trilhão, dependendo igualmente dos cortes nos gastos aprovados, que será votado dia 23 de Dezembro por um Comitê bipartidário. As elevações devem cobrir as necessidades de empréstimo do Tesouro dos EUA até 2013. Este plano significa que o gasto doméstico irá cair para o nível mais baixo desde os anos 50, porem Barack Obama afirmou que não será um “empecilho” para a economia. Votação: Este plano deverá ser votado no final da tarde de hoje (21 de Agosto) na Câmera dos Deputados e no Senado, ainda há um empasse quanto os impostos e alguns cortes profundos dos gastos.
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  • 29/07/2011 PIB Real americano
    O PIB real dos EUA cresceu 1,3% anualizado no segundo trimestre deste ano. Com o consumo privado (70% da economia) crescendo apenas 0,1% no trimestre o resultado foi aquém do esperado pela média dos economistas procurados pela Bloomberg, 1,8%a.a. O fraco consumo privado, a alta recente do preço da gasolina e outros bens, a dificuldade de criar empregos e um plano para redução do déficit sendo discutido serão obstáculos duros para a economia voltar a crescer a taxas ótimas de 3%a.a.
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  • 28/07/2011 Votação do Teto da dívida americana
    Os 433 deputados dos EUA votaram hoje a favor do plano republicano de dois estágios para redução do déficit orçamentário e aumento do teto da dívida. Os republicanos votaram em peso no seu plano atingindo além dos 217 votos precisos para aprovação. Agora o plano segue para o Senado onde os democratas possuem a maioria, caso seja reprovado, a solução poderá sair somente no final do prazo assim como o mercado espera. Se democratas e republicanos não entrarem em acordo para aumentar o teto da dívida, o governo americano não conseguirá pagar cerca de 44% das suas obrigações do mês de Agosto, US$134 bilhões, o que poderia levar o mercado ao pânico.
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  • 17/05/2011 Mercado em tendência!
    Apesar dos dados ruins da economia dos EUA divulgados hoje – mercado de construção muito fraco e a variação da atividade de produção industrial em abril ter sido zero – os mercados continuam reagindo na tendência dos últimos dias. Qual? A compra de dólares e a venda de ativos de risco.... tudo em função do final do QE2... iniciada após o último FOMC.
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  • 16/05/2011 EUA: crescimento, desemprego e inflação
    Conforme nossas considerações abaixo, podemos observar que a economia americana continua a apresentar crescimento lento, baixa geração de empregos e demanda pouco aquecida. Uma recuperação nos preços dos ativos – Bolsas e Commodities – dependeria de um aquecimento mais forte, o que não é a expectativa dos agentes econômicos internacionais.
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  • 16/05/2011 EUA: Crescimento, desemprego e inflação
    Conforme nossas considerações abaixo, podemos observar que a economia americana continua a apresentar crescimento lento, baixa geração de empregos e demanda pouco aquecida. Uma recuperação nos preços dos ativos – Bolsas e Commodities – dependeria de um aquecimento mais forte, o que não é a expectativa dos agentes econômicos internacionais.
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  • 28/04/2011 Efeitos do Fed após Comitê de 27/4/11
    Os primeiros efeitos da política de juros baixos do Fed mantida na reunião do FOMC de 27 de Abril, foi à continuidade da desvalorização do dólar diante das outras moedas internacionais. A queda do dólar provoca inflação nos países emergentes, via aumento dos preços das commodities. Os países emergentes que mais crescem – China, Índia e Brasil – deverão ter que endurecer o combate à inflação, contendo o crescimento econômico. A tendência das bolsas é negativa!
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  • 27/04/2011 FED, STATEMENT, BERNANKE e First Press Conference
    Após a divulgação do statement a bolsa americana disparou assim como o valor dos treasuries (yields pra baixo) com a expectativa de que a política de juros baixo do Fed ainda continue por um “extend period” que segundo Bernanke significa “algumas reuniões”. Hoje em sua primeira conferência trimestral Bernanke afirmou que o fim do QE2 não trará impactos significativos para o mercado e que o início do aperto monetário irá começar quando o Fed achar que a economia encontra-se num estágio de recuperação mais que moderado. Durante o discurso Bernanke também falou sobre o dólar, segundo ele, o dólar forte é de interesse global, mas só teremos um dólar forte com uma economia americana forte, logo pode se esperar um dólar ainda fraco no curto prazo até o fim deste “extend period”.
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  • 26/04/2011 Como será a primeira conferência com Bernanke após o FOMC?
    O grande assunto nas mesas do mundo é: Como será a primeira conferência com Bernanke após o FOMC? Isto porque nunca ocorreu uma como está antes e está próximo do fim do QE2. Neste momento o certo é que os juros permaneceram entre 0-0,25p.p. até fim do ano ao menos. Quanto ao QE2 o mercado está parado esperando o discurso do Bernanke após o FOMC para levantarem suas expectativas de como o Fed conduzirá a Política Monetária daqui pra frente. Nos próximos dias podemos ter um aumento da volatilidade nos mercados até estes se ajustarem caso haja mudanças de expectativas dos juros e dólar. O statement amanhã também poderá vir pouco menos positivo como o ultimo, mas deverá apontar que a economia continua crescendo desde a ultima reunião do comitê.
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  • 18/04/2011 Breve cenário Macro Americano
    As pesquisas levantadas pela Bloomberg indicam que o primeiro trimestre americano terá uma forte queda na taxa de crescimento do seu PIB real, abrandando de 3,1% para 1,8% na primeira revisão no dado trimestral anualizado. A expectativa da inflação continua crescente, hoje em 2,7% com pico esperado de 3,0% no meio do ano, enquanto os juros seguem em manutenção até 2012. Com isso, a expectativa do dólar segue de desvalorização, um reflexo da política do Fed de “retardar” o ciclo de alta dos juros enquanto outras economias já iniciaram e manter a política monetária frouxa.
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  • 08/04/2011 China, EUA e Japão em desaquecimento:
    A China no próximo dia 14 divulgará o PIB real do 1° trimestre de 2011. A expectativa do mercado é de queda de 9,8% para 9,4%a.a. Nos EUA e no Japão o PIB do primeiro trimestre deve cair de 3,3% para 3% e 1,25% para 0,65% respectivamente. Isto continua impactando negativamente nos mercados internacionais.
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